Carinho Doce de Recém-Casados

Carinho Doce de Recém-Casados

Autor: frio uterino

Ela era a coelhinha branca ingênua e adorável que todos imaginavam; ele, nobre como um imperador, cruel e sedento de sangue. Mas, com todos os seus métodos impiedosos, só a tratava com um carinho profundo, até os ossos. A coelhinha branca foi crescendo passo a passo e se transformando numa raposinha astuta. Os sogros a mimavam, os pais a amavam, o marido a idolatrava, os amigos se acumulavam ao seu redor, e belos rapazes jovenzinhos a rodeavam por todos os lados. Em resumo: a raposa sedutora que tentava ser a outra mulher ao lado de Mu Shao recuava por conta própria. Durante o treino militar, ela abriu a boca e assinou um contrato de cem bilhões; no casamento, disse: “O amor não sei por quê, mas já mergulhei nele profundamente”, proclamando de forma dominadora seu amor. Quando o império enfrentou uma disputa pelo poder, ela fez uma entrada imponente e irritou tanto os grandes acionistas que todos desmaiaram na hora.

Carinho Doce de Recém-Casados

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Capítulo Um: O Jovem Senhor Foi Derrubado

“Gata preguiçosa, levanta... Gata preguiçosa, levanta...” Um toque de celular estranho ecoou pelo quarto, preenchendo todo o ambiente.

Uma mão surgiu repentinamente da cama para silenciar o toque bizarro do telefone.

Ainda resmungando baixinho, ela murmurou: “Quem foi que colocou esse despertador? Que barulho irritante...” Quando já estava prestes a xingar, lembrou quem tinha programado o alarme: ela mesma, para não se esquecer da promessa que fizera à Lulu. Em meio à pressa de se vestir, quase trocou as roupas.

A casa, pequena e antiga, era decorada em tons quentes que aqueciam todo o cômodo.

De repente, uma silhueta graciosa desceu rapidamente as escadas. Calçou os sapatos e gritou em direção à figura ocupada na cozinha: “Mãe! Combinei de sair com uma amiga, não volto para almoçar!” Logo em seguida, ouviu-se o som de uma porta batendo.

Da cozinha, apareceu meio corpo feminino, elevando o tom de voz: “Yuê, volte cedo! Hoje vamos receber visitas em casa!” Mas a garota já havia desaparecido.

“Essa menina... Já está nessa idade e ainda é tão apressada, será que ouviu o que eu disse?” resmungou He Yue consigo mesma. “Será que algum dia vai casar?” Assim que esse pensamento lhe veio à mente, sacudiu a cabeça, repreendendo-se por tais ideias.

Suspirou resignada, mas ao mesmo tempo sentiu pena do futuro genro: casar com uma moça dessas não seria tarefa fácil! Não era menosprezo pela própria filha, era apenas a pura verdade.

Era pleno verão: o sol brilhava intensamente, o calor sufocava, e o chão parecia fumegar sob a luz abrasado

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