Este Deus Marcial é excessivamente extremo.

Este Deus Marcial é excessivamente extremo.

Autor: Ah, Hun estava verdadeiramente convencido.

Os deuses contemplam das profundezas do firmamento, enquanto as vozes do passado sussurram no abismo. Este é um tempo interestelar de guerras sangrentas entre miríades de raças e do ressurgimento dos deuses antigos. É nesse cenário que Su Tu irrompe, munido de um sistema que lhe concede ilimitados poderes a serem cultivados. Do simples {Fortalecimento Corporal} até o {Ascender à Divindade}, capaz de pulverizar constelações; da {Boa Fortuna} até a {Predestinação}, que faz o universo curvar-se à sua vontade; da {Sabedoria Espiritual} ao {Fruto do Caminho}, capaz de atravessar para o outro lado da existência—Su Tu trilha sua jornada sobre os céus estelares, dilacerando um antigo deus com as próprias mãos, fazendo chover o sangue divino. Fitando os deuses, que agora tremem de medo, ele declara: — Agora, vocês devem me chamar de Supremo Deus Marcial! ... “Na minha terra natal, chamavam-me o maior prodígio da Estrela Azul. Mas ao deixar a Estrela Azul, descobri que ser chamado de gênio era apenas o limiar para estar diante de mim.” “Inimigos? Jamais tive um adversário de verdade!” “Minha vida sempre foi como caminhar sobre gelo fino. Acham que é prazeroso pisotear a cabeça dos orgulhosos de todas as raças do cosmos? Pois é, realmente é delicioso!” ... Os dizeres acima foram extraídos da “Autobiografia do Supremo Deus Marcial Su Tu”.

Este Deus Marcial é excessivamente extremo.

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Capítulo 1: As Artes Marciais Serão Incluídas no Exame Nacional?

O calor sufocante de junho fazia a existência humana irritante; o sol, impiedoso, afugentava até mesmo as nuvens mais ousadas.

No ginásio coberto, o professor de educação física, raro usurpador de uma aula, conseguira finalmente um período para si. Os alunos, animados, alinhavam-se em grupos, ocupando seus postos designados. Diante de cada um repousava um saco de areia vermelho.

— Sei que vocês, bando de moleques, não nutrem grande interesse por esta aula; o que verdadeiramente apreciam são as atividades livres da educação física — disse o professor, conhecedor astuto do espírito estudantil. — Não vou dificultar para ninguém: cada um executa dez diretos com postura correta e, então, está liberado para a atividade livre!

Gritos de júbilo ecoaram. Em meio à pressão esmagadora do terceiro ano do ensino médio, aquelas aulas eram um raro respiro de descontração.

A maioria postou-se displicentemente, golpeando aqui e ali o saco de areia com alguma imitação de soco, já antecipando a esperada liberdade.

Mas Su Tu era diferente. Diante do saco de areia, ele se mantinha imóvel, os pensamentos serenos, o olhar concentrado. Baixou o centro de gravidade, assumiu a guarda, e desferiu um soco potente.

Ouviu-se um estrondo seco. O saco de areia, com mais de cem quilos, elevou-se, sacudido pela força daquele único golpe.

Sem hesitar, Su Tu desferiu uma sequência de punhos, tão formidáveis que o saco oscilava cada vez mais alto. Por fim, respirando fundo, concentrou toda a energia no golpe final.

Chiado metálico rasgou o ar — as correntes qu

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