Grande Travessia pelo Mundo da Fantasia

Grande Travessia pelo Mundo da Fantasia

Autor: Chen Yishiyi

Quando a fantasia se converte em realidade, poderá um jovem do Império Celestial trilhar o caminho para a divindade? Chen Ang, dotado do poder de atravessar mundos, vagueia por universos de sonhos e lendas. No mundo de “Sem Limites”, adquire uma inteligência sobre-humana; em “Lucy”, contempla os mistérios da ascensão divina. A partir de “O Sorriso Orgulhoso às Margens do Rio”, inicia a prática das artes internas, evoluindo a si mesmo. Em “Anaconda”, obtém a chave da imortalidade. Soro de super-humano, elixires extremos, fator X, genes de aranha, poções de lagarto — a senda para tornar-se deus, à custa de drogas e metamorfoses, é longa e tortuosa. Perscrutar os domínios proibidos de Deus é perigoso e árduo, mas não me arrependi em momento algum de minha jornada! (Que fique claro: o universo da ficção científica é apenas um ornamento; o verdadeiro palco do protagonista reside nos mundos das artes marciais e da fantasia! Os mundos de ficção científica servem apenas para colher tesouros e partir — nenhum deles ultrapassa três capítulos!)

Grande Travessia pelo Mundo da Fantasia

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Capítulo Um: Superfrequência Cerebral

De pé nas ruas de Taiwan.

Chen Ang engoliu silenciosamente um pequeno comprimido transparente. O tempo, diante de seus olhos, de súbito tornou-se lento, muito lento; fragmentos desordenados de informação penetraram em sua mente, deixando-o atordoado por uma algazarra caótica. Contudo, à medida que o efeito do medicamento tomava conta de seu corpo, seu olhar rapidamente se fez límpido.

No cérebro, agora funcionando a toda velocidade, as informações eram organizadas e processadas, cada detalhe visto e ouvido passava meticulosamente pelo crivo de sua mente, e dentre elas, algumas poucas foram por ele destacadas.

A cerca de quinhentos metros à frente, uma jovem estrangeira de cabelos dourados, sustentando com dificuldade suas pálpebras cansadas, conversava com outro estrangeiro. O tom de voz entre ambos não era alto, de modo que o que chegava a Chen Ang não passava de um murmúrio tênue, quase inaudível. Mas, sob a análise de seu cérebro, aquele sussurro ressoava com nitidez cristalina.

— Querida, não seja assim!
— Richard, preciso ir!

Os dois se entreolhavam e se arrastavam mutuamente. Na verdade, Chen Ang já sabia o que diriam. Naquele estado, era-lhe possível extrair da memória qualquer detalhe, por mais trivial que fosse, mesmo de um filme assistido por tédio.

Sim, para Chen Ang, aquela cena era uma repetição de um quadro cinematográfico. “Lucy” — também conhecido como “Limitless” — era um filme de ficção científica americano cuja trama central gira em torno da ascensão de uma jovem insensata à condição de deusa. E esta era precisa

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