Sistema Onipotente de Caça-Fantasmas

Sistema Onipotente de Caça-Fantasmas

Autor: Chuva de Ferro

Ao adquirir por acaso um sistema onipotente de caça-fantasmas, a vida de Luo Lin mudou completamente. O sistema já vinha com atributos de exorcista, rei dos zumbis e até mesmo de usuário de poderes especiais. A partir de então, Luo Lin passou a derrubar com os punhos as rakshasas milenares, chutar os magos no auge, espancar as entidades malignas dos três reinos e açoitar sem piedade os demônios dos seis caminhos. Exorcista: com um talismã na mão, o mundo é meu. Rei dos zumbis: nos três reinos e nos seis caminhos, só eu sou imortal. Usuário de poderes especiais: eu sou o último X-MEN.

Sistema Onipotente de Caça-Fantasmas

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Capítulo 1: Solte essa mulher

“Será que fui mesmo deixado plantado?” murmurou Roland enquanto revia o histórico de mensagens no WeChat com uma bela moça. Há alguns dias, conhecera uma garota na internet e, trocando mensagens, logo ficaram íntimos. Hoje, ela mesma o convidara para um encontro, embora o horário e o local fossem, no mínimo, desconfortáveis.

Meia-noite, no imenso Parque Central.

Roland, enrolado em seu casaco, sentava-se num banco do parque, sentindo um vento gelado e repentino arrepiar-lhe a espinha.

“Puxa, está mais frio do que pensei a essa hora.”

Não muito longe, uma senhora idosa carregava um grande saco plástico preto, recolhendo latas deixadas por transeuntes. Caminhava com dificuldade.

Uma idosa, tão tarde, ainda coletando lixo... Não é fácil. Tomado por compaixão, Roland foi ajudá-la, apanhando algumas latas e entregando-as.

“Vovó, faz frio à noite. A senhora deveria voltar para casa e descansar.”

A senhora parou e, de repente, voltou-se para Roland. Seu rosto pálido mais parecia o de um cadáver, assustando-o.

“Obrigada, rapaz. Você é um bom menino. Vá logo para casa, já está muito tarde.”

Roland coçou a cabeça e sorriu: “Não posso, ainda estou esperando alguém.”

“Que pena, que pena mesmo.”

A velha suspirou e afastou-se lentamente, até que sua figura sumiu diante dos olhos de Roland.

Para se certificar, Roland beliscou o próprio rosto com força, soltando um gemido de dor.

“Caramba, não é sonho.”

Dizem que, à beira da morte, as pessoas veem coisas que outros não veem.

“Melhor ir embora logo

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