Ao despertar, você se vê transportado para o fim do mundo nas Torres, onde a humanidade buscou refúgio nas alturas, enquanto monstros dominam todo o exterior. Mas seus olhos revelam anotações estranhas: “A mil e seiscentos metros daqui, duas Criaturas Corrompidas estão escondidas; se você deslizar em extrema fúria, poderá saciá-las completamente.” “Antes de pensar em cozinhá-la ou fritá-la, seria melhor apalpar o bolso esquerdo dela. Nunca crie o péssimo hábito de não saquear os monstros que derrota.” “Alguém está mesmo fitando o próprio rosto... Admito que seu rosto tem um carisma cativante. Se eu fosse humano, daria nove pontos, claro, eu mesmo valho noventa e sete.” “Do outro lado está uma autoridade cujo nível supera o seu em demasia. Três conselhos: bajule, bajule ou bajule. Fraquezas? Não deveria responder; sou apenas uma anotação de capacidades limitadas.” As Torres, joias simbólicas do fim dos tempos, atraem para seus arredores monstros deformados pelas más intenções. Jogadas de poderosos, perigos para exploradores, armadilhas em meio ao apocalipse — tudo isso, diante de seus olhos, é apresentado com um toque travesso e irreverente.
Fora da torre. Região desconhecida.
O chão escaldante fez com que Névoa Branca abrisse os olhos. Com o rosto limpo, expressão confusa, ele se preocupava mais com o céu do que com a dor ardente em sua pele.
Ao olhar para cima, um estranho quadro de diálogo apareceu em seu campo de visão.
“Pare de olhar para o céu. A temperatura está em cinquenta e nove graus e sobe zero vírgula dois graus por minuto. Você já está quase no ponto certo para servir, sugiro polvilhar um pouco de cominho para realçar o sabor.”
Um arrepio percorreu seu cérebro, trazendo uma dor aguda. Névoa Branca se levantou, a palma da mão, como o resto do corpo, ficou queimada pelo chão incandescente. Sob o calor sufocante, tudo parecia distorcido, como se visto através de uma fina camada de água outonal.
Ao focar o olhar em sua própria mão, outro quadro de diálogo surgiu.
“Essas patas de porco já estão queimadas e corroídas, incapazes de limpar armas ou fabricar desoxirribose. Claro, é temporário.”
Que diabos era aquilo?
Névoa Branca desviou o olhar. Ao redor, o cenário lembrava os escombros de uma cidade após um bombardeio. A maioria das construções estava destruída, o solo cheio de buracos, as estradas apenas sugeridas sob pilhas de destroços, entre as quais brotavam plantas estranhas.
“Onde estou?” Ele fixou o olhar numa edificação relativamente intacta durante três segundos.
“Um banheiro público não utilizado há setecentos anos, índice de perigo três estrelas e meia, dentro há criaturas deformadas de nível médio, os vasos sanitários perderam a