Ao atravessar para o mundo da cultivação, fui transformado por um cultivador demoníaco em uma Bandeira de Almas Reverenciadas. Apenas desejo encontrar um mestre de bandeira confiável, esperar que ele me conduza rumo à imortalidade. Por isso, perseverei, estudando técnicas e praticando poderes divinos, desempenhando meu papel como velho sábio com dedicação, na esperança de que meu mestre consiga sobreviver e atingir a ascensão. Contudo, neste mundo de cultivação, sobreviver é praticamente impossível! Aliás, o mestre de bandeira que adquiri ontem... será que já foi derrotado em algum duelo mágico? Suspiro... agora procuro um novo mestre que possa me levar à imortalidade. Como assim? Não tem força nem vontade, só quer se acomodar? Por acaso deseja tornar-se meu escravo de bandeira?! ... Palavras-chave: demônio, espírito guardião, desenvolvimento do mestre de bandeira, Bandeira de Almas com milhões de espíritos.
Senhor das Montanhas estava perdido, parado na clareira à entrada do vilarejo. Mal havia chegado a este novo mundo, sem tempo sequer para curar as feridas do corpo original, já fora empurrado para a frente, como quem toca patos para o campo. Era o auge do verão, o sol abrasador derretia o ouro e incendiava as pedras. Bastou alguns minutos ali para sentir o corpo fraquejar, incapaz de sustentar-se em pé. Suava em bicas, o suor frio lhe escorria como chuva, resultado das feridas que herdara daquele corpo, arrastando-o na miséria.
Ao tocar a ferida na cabeça, Senhor das Montanhas suspirou resignado. O cavaleiro fugira, ninguém o encontrava, restava-lhe apenas enfrentar com o pouco que lhe sobrava. Sempre vivera à custa da generosidade alheia, sem economias, e agora, sem poder trabalhar, dependia da ajuda dos vizinhos para sobreviver. O chefe do vilarejo dissera que havia um anúncio importante, e até os feridos deveriam comparecer. Senhor das Montanhas aceitou o convite, atraído por uma tigela de mingau espessa e meio pão branco. Afinal, que grandes eventos poderia haver na Antiguidade? Apenas para fazer número, pensava ele. Sacrifícios, recrutamento, impostos... tudo distante ainda. Agora, precisava pensar em como sobreviver dali em diante.
Como se diz, "um rapaz faminto empobrece o pai". Só de depender dos vizinhos, em pouco tempo despertaria ressentimento. Eram todos agricultores que arrancavam sustento da terra, ninguém tinha sobras de alimento. Senhor das Montanhas olhou ao redor. Todos os moradores do vilarejo compareceram, ninguém faltou, sinal d